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November 01 2019

enriquetapenny

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A entrevista que segue, publicada na edição nº 172 da revista Cahiers du cinéma (novembro de 1965), toca em algumas dúvidas que ainda hoje nos parecem interessantes. A primeira delas envolve o que, no mesmo tempo, Pier Paolo Pasolini denominou “cinema de poesia”. Outra questão diz respeito à ênfase desmedida no longa-metragem de ficção.


Em teu livro mais recente, The Cinema of Poetry, P. Adams Sitney enfatizou o quanto Pasolini ignorava em teu texto toda uma tradição do cinema experimental. Sitney nos lembra que prontamente em 1953 Maya Deren propunha discussões sobre “cinema e poesia”, e que a primeira criação de cineastas independentes que foram por ela influenciados (Stan Brakhage, Gregory Markopoulos, Jonas Mekas) levaram adiante estas preocupações. Novas das linhas mais férteis do cinema nos últimos anos parecem situadas propriamente na interseção entre essas abordagens.


É com um cineasta, Éric Rohmer, que queríamos há bastante tempo conversar. Entretanto para nós, nos Cahiers, trata-se antes de devolver a Éric Rohmer uma palavra que, mesmo abortada na ocasião do abandono de uma maneira de escrita por outra, jamais deixou de nos guiar. ], ele não nos deu no celuloide tuas melhores avaliações? Éric Rohmer - Admiro que Pasolini possa publicar esse tipo de coisa sem deixar de fazer videos.


O problema da linguagem cinematográfica me interessa muito, apesar dessa charada ameaçar desviar do próprio trabalho de fabricação e de eu não saber se é um dificuldade justificado ou incerto. Como este problema é muito abstrato, ele exige a adoção de uma atuação frente ao cinema que não é nem a do autor, nem sequer tampouco a do espectador. Cesgranrio Abre 90 Vagas Para Dois Cursos De Graduação Tecnológica O Dia interdita de gozar do alegria que a visão do video oferece. Dito isto, estou de acordo com Pasolini quanto ao fato de que a linguagem cinematográfica é na verdade um modo.


Não existe uma gramática cinematográfica, todavia antes uma retórica que, ademais, por uma parte é bastante miserável e por outra muito mutável. Éric Rohmer - Por esse ponto, estou em completo desacordo com Pasolini. Não creio que o cinema moderno seja necessariamente um cinema no qual se deva perceber a câmera.


Ocorre que nos dias de hoje existem muitos filmes nos quais se sente a câmera, e antes bem como houve muitos, no entanto não creio que a discernimento entre o cinema moderno e o cinemaclássico possa residir nesta indicação. Não imagino que o cinema moderno seja exclusivamente um “cinema de poesia” e que o cinema antigo seja só de prosa ou de história. Pra mim, existe uma maneira de cinema de prosa e de cinema “romanesco”, onde a poesia está presente, porém sem ser buscada de antemão: aparece por acrescentamento, sem que seja solicitada expressamente.


Não entendo se irei conseguir me explicar sobre o assunto este ponto, pela medida em que isso me obrigaria a julgar os videos dos meus contemporâneos, o que me nego a fazer. Quanto àqueles os quais não digo que prefiro a esses, no entanto que me parecem mais próximos daquilo que eu mesmo procuro, quem são? Cineastas em que se nota a câmera, todavia onde isso não é o importante: é a coisa filmada que tem umamaior existência autônoma.



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Em algumas expressões, interessam-se por um universo que não é de antemão um mundo cinematográfico. São Pensata, Por Rodrigo De Almeida poucos videos, e os quais não sei se não mudarão, se não passarão para o outro lado. Éric Rohmer - Uma coisa não exclui a outra. Fuvest: Inspire-se Nas Informações Dos Primeiros Colocados , precisamente, eu fiz essas reflexões logo depois da visão de Bande à part: o modelo de vocês é ruim.


Bande à part é um video bastante comovente, onde Godard nos emociona; todavia não são as personagens que nos emocionam, em absoluto. Éric Rohmer - Nos filmes que cito as protagonistas não são argumentos. E, ademais, isso não prova nada. Falo no meu nome, e digo que sinto mais afinidades com certos cineastas, no fim de contas que me separa deles em outros planos.


Tenho a impressão de que, cada vez mais, minha busca se orienta desse sentido, e reivindico a modernidade da coisa. Um cinema onde a câmera é invisível pode ser um cinema moderno. O que eu adoraria de fazer é um cinema de câmera absolutamente invisível. A toda a hora é possível tornar a câmera menos explícito. Há muito serviço (ainda) a se fazer desse domínio. Moderno é, por sinal, uma expressão um tanto gasta.


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